"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo! E que posso evitar que ela vá á falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vitima dos problemas e se tornar um autor da própria historia! É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis dentro do recôndito da sua alma. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma critica, mesmo que injusta. PEDRAS NO CAMINHO, GUARDO TODAS, UM DIA VOU CONTRUIR UM CASTELO."
realmente sofia..ao longo do tempo vou confirmando tudo o que já disse. tu tens personalidade, o que falta a muita gente. nao ris para ficar bonito nem choras para dar nas vistas. não te chateias por birra, nem valorizas o que é superficial.
Ai rapariga, rapariga, rapariga Que só dizes disparates, disparates, disparates É tanta asneira, tanta asneira, tanta asneira Que p'ra tirar tanta asneira não chegam cem alicates.
Mas tu não sabes, tu não sabes, tu não sabes Que isso de dar um beijinho já é um costume antigo Ai quem te disse, quem te disse, quem te disse Que lá por dares um beijinho tinhas de casar comigo.
Oh chega cá... Não vou. Tu és tão linda... Pois sou. Dá-me um beijinho... Não dou.
Interesseira, convencida, ignorante, Foragida, sua burra, És a miúda mais palerma, cameloide que eu já vi, Mas por que raio é que tu queres Os beijinhos só p'ra ti?
Ora dá cá um e a seguir dá outro, Depois dá mais um que só dois é pouco Ai eu gosto tanto e é tão docinho E no entretanto dá mais um beijinho (bis)
Ai rapariga, rapariga, rapariga, Dás-me cabo do miolo, p'ra te levar com cantigas. Ai mas que coisa, mas que coisa, mas que coisa, Diz lá por que não és como as outras raparigas.
Quando eu pergunto se elas me dão um beijinho, Dão-me tantos, tantos, tantos, que parecem não ter fim E tu agora estás com tanta esquisitice Que qualquer dia já queres e não sabes mais de mim.
Dás ou não dás? Não e não. Então dou eu... Oh! isso não. Dá-me um beijinho... Não dou não.
Não dás porquê, sua esganada, egoísta, Malcriada, sua parva, Só se pensas que eu acaso tenho a barba mal cortada E vê lá se tens receio que a boca fique arranhada
Ora dá cá um e a seguir dá outro, Depois dá mais um que só dois é pouco Ai eu gosto tanto e é tão docinho E no entretanto dá mais um beijinho (bis)
Então dá lá... Já disse. Eu faço força... Que parvoíce. Dá-me um beijinho... Oh que chatice.
Analfabruta, pestilenta, hipocondríaca, Avarenta, bexigosa, Vou comprar um dicionário Que só tenha nomes feios Para eu te chamar todos Até teres o ouvido cheio.
Ora dá cá um e a seguir dá outro, Depois dá mais um que só dois é pouco Ai eu gosto tanto e é tão docinho E no entretanto dá mais um beijinho (bis)
Não dás porquê, sua esganada, egoísta, Malcriada, sua parva, Só se pensas que eu acaso tenho a barba mal cortada E vê lá se tens receio que a boca fique arranhada. ahahah